Rubem Braga
Rubem Braga, considerado por muitos o maior cronista brasileiro desde Machado de Assis, nasceu em Cachoeiro de Itapemirim, ES, a 12 de janeiro de 1913.
Certamente capaz de produzir contos, novelas ou romances, ele não se deixou seduzir pelos chamados "gêneros nobres" e tornou-se essencialmente, cronista.
Ocupa lugar de destaque na história da crônica brasileira.
Crônica : Um sonho de simplicidade.
Essa Crônica, de Rubem Braga, faz uma certa comparação entre a vida mais simples e a que possui mais riquezas.
Como já viveu os dois estilos, ele fala sobre as diferentes necessidades de cada um deles. Diz, formando uma conclusão, que acabava sendo mais feliz quando pescava e tomava sua cachaça para esquentar ao invés de tomar o uísque de agora, ou seja, sente falta da simplicidade que tinha antes.
Bem vindo *-* ! Neste blog (feito a partir de um trabalho escolar, no qual, todos os alunos da 8ª série deverão ter) serão feitas sínteses sobre livros em geral, contos, romances, poemas, obra de arte, música, filmes e documentários que eu lerei ao longo do ano. Espero que gostem!
terça-feira, 22 de outubro de 2013
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
Crônicas e cronistas brasileiros I
Atualmente, algo que também estamos trabalhando em português é a Crônica, deste modo irei postar o resumo da biografia de três cronistas brasileiros e junto á elas, também o resumo feito por mim, de uma crônica de cada um. As mesmas serão publicadas em postagens diferentes.
Fernando Sabino
Fernando Tavares Sabino, nasceu em 12 de outubro de 1923, Dia da criança em Belo Horizonte.
Sempre voltado para a busca do pitoresco ou do irrisório no cotidiano, ele nos mostra que cronista tem seus "momentos de escrever", e que, apesar de pressa, característica do ofício, ele também recebe o impulso da inspiração, seleciona a pesquisa, trabalhando com o texto em suas diferentes fases.
Crônica : O melhor amigo ( resumo )
A mãe estava na sala costurando. O menino chegou em casa, abriu a porta e entrou cautelosamente... Logo correu em direção ao seu quarto.
A mãe o gritou, afim de saber o que ele estava carregando.
Pronto ! Estava descoberto. Caminhou até a sala e mostrou o que tinha nas mãos. Era um filhote.
A mãe, na mesma hora, mandou o filho se livrar do animal. Não queria aquele cachorro dentro de sua casa.
O menino, inconformado, brincou com o filhote durante o tempo cedido pela mãe.
Saiu com o cachorro e voltou com uma nota de 10 e outra de 20 nas mãos.
Havia vendido seu amigo por "30 dinheiros".
domingo, 20 de outubro de 2013
Poema III
Poema III
Título: Razão de ser
Autor: Paulo Leminski
Escrevo. E pronto.
Escrevo porque preciso
preciso porque estou tonto.
Ninguém tem nada com isso.
Escrevo porque amanhece.
E as estrelas lá no céu
Lembram letras no papel,
Quando o poema me anoitece.
A aranha tece teias.
O peixe beija e morde o que vê.
Eu escrevo apenas.
Tem que ter por quê?
*Biografia do autor já foi publicada na postagem anterior.
Título: Razão de ser
Autor: Paulo Leminski
Escrevo. E pronto.
Escrevo porque preciso
preciso porque estou tonto.
Ninguém tem nada com isso.
Escrevo porque amanhece.
E as estrelas lá no céu
Lembram letras no papel,
Quando o poema me anoitece.
A aranha tece teias.
O peixe beija e morde o que vê.
Eu escrevo apenas.
Tem que ter por quê?
*Biografia do autor já foi publicada na postagem anterior.
Poema II
Poema II
Nome: A lua foi ao cinema.
Autor: Paulo Leminski.
A lua foi ao cinema
passava um filme engraçado,
a história de uma estrela
que não tinha namorado.
Não tinha porque era apenas
uma estrela bem pequena,
dessas que, quando apagam,
ninguém vai dizer, que pena !
Era uma estrela sozinha,
ninguém olhava pra ela,
e toda a luz que ela tinha
cabia numa janela.
A lua ficou tão triste
com aquela história de amor,
que até hoje a lua insiste:
- Amanheça, por favor !
Biografia de Paulo Leminski
Paulo Leminski nasceu em 1944 em Curitiba, e foi um escritor, tradutor, poeta, e professor brasileiro, e além de tudo era um lutador de judô faixa-preta.
Leminski tornou-se reconhecido por ter inventado seu proprio jeito para escrever poesias, fazendo trocadilhos ou brincando com ditados populares. Paulo Leminski foi também professor de História e de Redação em cursos pré-vestibulares, além de professor de judô.
Leminski teve poemas e textos publicados em diversas revistas, escreveu letras de músicas com uma grande influência de MPB (Música Popular Brasileira) chegando até a fazer pareceria com Caetano Veloso.
Faleceu no ano de 1989.
Nome: A lua foi ao cinema.
Autor: Paulo Leminski.
A lua foi ao cinema
passava um filme engraçado,
a história de uma estrela
que não tinha namorado.
Não tinha porque era apenas
uma estrela bem pequena,
dessas que, quando apagam,
ninguém vai dizer, que pena !
Era uma estrela sozinha,
ninguém olhava pra ela,
e toda a luz que ela tinha
cabia numa janela.
A lua ficou tão triste
com aquela história de amor,
que até hoje a lua insiste:
- Amanheça, por favor !
Biografia de Paulo Leminski
Paulo Leminski nasceu em 1944 em Curitiba, e foi um escritor, tradutor, poeta, e professor brasileiro, e além de tudo era um lutador de judô faixa-preta.
Leminski tornou-se reconhecido por ter inventado seu proprio jeito para escrever poesias, fazendo trocadilhos ou brincando com ditados populares. Paulo Leminski foi também professor de História e de Redação em cursos pré-vestibulares, além de professor de judô.
Leminski teve poemas e textos publicados em diversas revistas, escreveu letras de músicas com uma grande influência de MPB (Música Popular Brasileira) chegando até a fazer pareceria com Caetano Veloso.
Faleceu no ano de 1989.
Poema I
Foi proposto pela professora Ilvanita, que fizéssemos a leitura de alguns poemas, e deles deveríamos selecionar três que tenhamos gostado.
Irei publica-los em postagens separadas, junto a biografia de seus altores.
Poema I
Livro: Nariz de vidro.
Título: Bilhete
Autor: Mario Quintana
Se tu me amas, ama-me baixinho
Não o grites de cima dos telhados
Deixa em paz os passarinhos
Deixa em paz a mim!
Se me queres,
enfim,
tem de ser bem devagarinho, Amada,
que a vida é breve, e o amor mais breve ainda.
Biografia de Mario Quintana ( resumo )
Mário Quintana foi um importante escritor, jornalista e poeta gaúcho. Nasceu na cidade de Alegrete (Rio Grande do Sul) no dia 30 de julho de 1906. Trabalhou também como tradutor de importantes obras literárias. Com um tom irônico, escreveu sobre as coisas simples da vida, porém buscando sempre a perfeição técnica.
Sua infância foi marcada pela dor e solidão, pois perdeu a mãe com apenas três anos de idade e o pai não chegou a conhecer.
Já na fase adulta, Mário Quintana foi trabalhar na Editora Globo. Começou a atuar na tradução de obras literárias. Durante sua vida traduziu mais de cem obras da literatura mundial. Entre as mais importantes, traduziu “Em busca do tempo perdido” de Marcel Proust e “Mrs. Dalloway” de Virgínia Woolf.
Com 34 anos de idade lançou-se no mundo da poesia. Em 1940, publicou seu primeiro livro com temática infantil: “A rua dos cataventos”. Volta a publicar um novo livro somente em 1946 com a obra “Canções”. Dois anos mais tarde lança “Sapato Florido”. Porém, somente em 1966 sua obra ganha reconhecimento nacional.
Ainda em vida recebeu outra homenagem em Porto Alegre. No centro velho da capital gaúcha é montado, no prédio do antigo Hotel Majestic, um centro cultural com o nome de Casa de Cultura Mário Quintana.
Faleceu na capital gaúcha no dia 5 de maio de 1994, deixando um herança de grande valor em obras literárias.
Imagem e biografia retiradas de: http://www.suapesquisa.com/biografias/mario_quintana.htm
sábado, 19 de outubro de 2013
Autoria - Crônica
Foi proposto pela professora de português que criássemos uma crônica com base na observação das imagens do livro "Movimento do aprender", sobre o fato exposto na figura.
Bom.. Espero que gostem da minha.
Bom.. Espero que gostem da minha.
A vida
Todos os dias se há uma nova chance para recomeçar.
Lá estava ela, posta a janela, pensativa, olhando em direção ao horizonte.
Eu a observava, curiosa, querendo saber o que se passava ma cabeça daquela pobre garota, cuja expressão não era tão agradável... Era triste, como se tudo estivesse desabando, como se nada fizesse sentido, como se ela não tivesse mais rumo. Estava prestes a se jogar.
Fui até ela e perguntei o porque de estar assim. A princípio ela não queria contar, não queria se abrir, afinal, eu não era alguém de importância pra ela, nem ao menos a conhecia.
Parei, fiquei ao lado dela, esperando que dissesse algo, até que...
Aos prantos, a menina disse que não estava muito bem, de fato. Falou sobre o que a deixava assim... Amores, amizades, as dificuldades pelo qual passamos todos os dias, as nossas atitudes e as atitudes dos outros. No geral, a vida.
Eu a aconselhei, mesmo não sabendo quem era aquela menina tão tristonha.
A vida não é algo fácil, digamos assim. Ás vezes passamos por coisas não tão boas, ruins, difíceis quem sabe, que podem não fazer sentido na nossa cabeça... E não tem jeito, não é sempre que podemos impedir que algo aconteça, mas se quisermos, podemos mudar, dar a volta por cima e seguir em frente, sem medo de arriscar. Sem medo de ser feliz.

Imagem retirada do blog Verborragias
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